terça-feira

Notas soltas(1)

A mulher de Álvaro Cunhal morreu hoje, um ano depois dele. O PCP decidiu não assinalar a data. Com algum cinismo diria que se quisesse assinalá-la não teria encontrado melhor forma de o fazer.

Diogo Bandeira Freire, o menino do cravo, nunca votou na vida. O símbolo do 25 de Abril está-se nas tintas para a democracia. Borrifa-se na participação política. Quer lá saber dos direitos e deveres cívicos.

John Cleese, o humorista inglês membro dos Monthy Phyton, decidiu retirar-se. Vai, segundo anunciou, dar aulas de comédia. Sou fã dos Monthy Phyton enquanto grupo e dos seus membros individualmente. Tenho muita pena que Cleese saia de cena e não acredito que seja possível aprender a ter graça. Pelo menos a ter graça como Cleese e os seu pares sempre tiveram.

3 comentários:

SM disse...

A primeira é uma bela história de amor; a segunda uma bela lição sobre a estupidez; a terceira faz parte da lei da vida: mudar.

Eva Shanti disse...

1) É-me indiferente, não conhecia a senhora, aliás, nem nunca pensei que ao lado do Cunhal estaria uma mulher, mas faz todo o sentido. Não sei de onde é que fui tirar a ideia de que o líder do Partido Comunista seria assexuado ou promíscuo.

2) Continuo na minha: e onde é que está a senhora da "Planta"? Ninguém fala dela e eu acho-o o máximo, "uma lambona", mais precisamente.

3) Há tempos e tempos.

Bjs

escola de lavores disse...

Pois eu fico triste com isso do menino do 25 de abril... Logo ele!mas já nada me espanta.