quinta-feira

A IVG* não se referenda

... mas, se volta a haver referendo, ...vamos a isso!

esta é lamentavelmente a única ideia interessante que encontro aqui e ali em blogs de jornalistas...

os outros, enquanto o futebol não aquece, entretêm-se com a transcendência do meta-bloguismo, com a oportunidade das greves do metro e com troca de galhardetes... ou assobiam para o ar... enquanto as mise-en-scène de Sócrates decoram os telejornais e enchem o olho ao povo... [ela, pelo menos, está sempre atenta!... é a nossa grande repórter!]

enfim, para quem teve um dia lixado, o blogger não é um grande consolo!

*Interrupção Voluntária da Gravidez

2 comentários:

rps disse...

Eu sou contra o referendo.
Devia proibir-se todo e qualquer referendo.

Manoel das Couves disse...

Desde que a seguir apresentem propostas de Referendo em relação à legalização dos casamentos homossexuais e das relações poligâmicas, estou de acordo com resolução da questão do aborto através de Referendo.

Ou, quando chegar o momento de decidir acerca de casamentos entre indivíduos do mesmo sexo, não vai haver referendo?

E podiam fazer também um referendo acerca do TGV e do Aeroporto da Ota, outro sobre a proibição de fumar nos restaurantes, outro para decidir se os portugueses querem receber menos dinheiro de Reforma, outro sobre... outro...

Expliquem-me lá - como se eu fosse muito, muito, muito burro - se nem a adesão de Portugal à CEE nem a Constituição da República (na sua versão original ou mas subsequentes revisões) foram sujeitas a Referendo, porque carga de água a Regionalização e o Aborto têm de ser referendados?

Náo somos ouvidos nem achados nos alicerces mas querem a nossa opinião sobre o telhado?

Manuel F. Ribeiro
AbaNação