quarta-feira
Mobilização precisa-se para o referendo
Depois da vergonha nacional da baixa participação no último referendo sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez (a marcaçãodo referendo já tinha sido um verdadeiro disparate porque a AR já tinha aprovado a lei), surge agora uma nova oportunidade para que Portugal deixe de ser um dos últimos dinossauros da UE que criminalizam a IVG. Mobilização precisa-se para o referendo em Janeiro.
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
5 comentários:
Humm. Pois. só desistem de fazer referendos quando os ganharem, certo? Grande senido de Democracia!
Podem contar comigo.
Devia haver uma mobilização contra a figura do referendo. Sou contra os referendos.
O único referendo que me parece aceitável é um referendo destinado a proibir qualquer referendo.
finalmente, no horizonte, algo p'lo qual valerá a pena lutar...
Desde que a seguir apresentem propostas de Referendo em relação à legalização dos casamentos homossexuais e das relações poligâmicas, estou de acordo com resolução da questão do aborto através de Referendo.
Ou, quando chegar o momento de decidir acerca de casamentos entre indivíduos do mesmo sexo, não vai haver referendo?
E podiam fazer também um referendo acerca do TGV e do Aeroporto da Ota, outro sobre a proibição de fumar nos restaurantes, outro para decidir se os portugueses querem receber menos dinheiro de Reforma, outro sobre... outro...
Expliquem-me lá - como se eu fosse muito, muito, muito burro - se nem a adesão de Portugal à CEE nem a Constituição da República (na sua versão original ou mas subsequentes revisões) foram sujeitas a Referendo, porque carga de água a Regionalização e o Aborto têm de ser referendados?
Náo somos ouvidos nem achados nos alicerces mas querem a nossa opinião sobre o telhado?
Manuel F. Ribeiro
AbaNação
Enviar um comentário