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O Estado português foi condenado pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, por ter impedido a entrada, em águas portuguesas, do navio Bordiep. O navio trazia a bordo representantes de organizações de defesa da legalização do aborto com os seus argumentos a favor desta alteração da lei. Na altura (2004) o bravo Ministro da Defesa (Paulo Portas) evocou a lei (qual lei?) para mandar um barco de guerra contra as mulheres das ondas. Hoje, o Tribunal Europeu decidiu que Portugal tinha violado o direito à liberdade de expressão. Qual era, afinal, a lei que legitimava o envio do barco de guerra? Era bom que Portas dissesse. Só para ficarmos a saber.
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