quinta-feira

Notícias da Idade da Pedra I


O economista António Borges alertou ontem para o facto de “os custos de 2,3 abortos serem suficientes para pagar uma cirurgia média” no Serviço Nacional de Saúde. O argumento foi usado numa conferência da plataforma “Não Obrigada” que ontem estimou que uma interrupção da gravidez custe ao Estado 20 a 30 milhões de euros.
E o custo das complicações de um aborto clandestino?

3 comentários:

Anónimo disse...

…"estimou que uma interrupção da gravidez custe ao Estado 20 a 30 milhões de euros".

Voila une misérable argumentation qui fait froid dans le dos !!!
AB

Anónimo disse...

O homem ou é tonto, ou é totalmente desonesto ou quer tomar-nos por parvos: 20 milhões de euros são 4 milhões de contos !!!!! Ainda que fossem 400 mil contos era na mesma um disparate; idem para 40 mil contos; idem para 4 mil contos !.
O homem não sabe pelos vistos que com o recurso à RU 486 a IVG nos hospitais passou a ficar muito mais barata porque não há intervenção cirúrgica nem internamento.
Agora, é preciso acrescentar uma coisa : o Borges está no seu papel; mas o Correia de Campos a falar tanto de dinheiro e de não anonimato
também está a dar uma bela ajuda à vitória do não.
Ou seja, com Campos destes nem precisamos daqueles Borges!

cardeal patriarca disse...

Não será António Borges a personificação do aborto clandestino ? Aborto pelas contas que faz; clandestino, porque embora queira ser chefe do PSD, como agora não lhe dá geito nenhum passa o tempo a assobiar para o lado !