sábado

tristeza imensa

nunca estamos prontas para estas notícias.

[d.e.p., c.]

2 comentários:

elíptico disse...

Nunca. Mesmo quando aquela pessoa é a voz atrás do telefone, com quem falámos três, quatro, dez vezes. Sempre por trabalho, pelo trabalho, no trabalho. Às vezes sem se pensar que atrás da voz há uma vida, uma história, que as horas do urgente, do imediato, queimam e fazem esquecer. Fisicamente, a última recordação que tenho é no terraço do Tivoli, com aquela Lisboa nevoeirada, adormecida de fundo. Mas que vive. Adormecida, mas que vive.

Ana disse...

A minha última lembrança da cláudia é calorosa...
Encontrei-a na Av. Roma numa acção do BES. Já nem me lembrava que ela estava a trabalhar em comunicação... tantas foram as vezes que nos encontrámos em conferências de imprensa...
É sempre um choque muito grande. Um assunto que procuro não pensar para não ser absorvida por ele...
Um bj grande cláudia...