domingo

Do dizer... ao fazer

Em várias cidades europeias, assinalou-se ontem o Dia do Orgulho Gay... Por muito que a alguns custe, há uma realidade e, das duas uma: ou fingimos que não existe ou vivemos bem com ela.
Alguns jornais falam hoje dela em 'pequenas' reportagens. No Diário de Notícias vale a pena ler 'Lésbicas contornam a lei e inseminam-se em casa' e, no Público ,explica-se que o secretário-geral do PS francês, François Hollande, encabeçou a manifestação/desfile do Dia do Orgulho Gay em Paris.

[E ontem, onde esteve o nosso mui moderno secretário-geral do PS, José Sócrates?]

3 comentários:

Marisa disse...

Por que é que as pessoas têm tanta "sede" de ser pais/mães?????

Será que precisam de criar pessoas para provarem que são seres capazes?

escola de lavores disse...

As pessoas, de um modo geral e abstrato, não sei! Não faço mesmo a mínima ideia.
Para mim, os cidadãos têm direitos (e deveres). E cada um sabe de si. Eu acho que certos direitos negados devem ser reconhecidos. Há algum problema, com os direitos dos outros, Marisa?

Marisa disse...

não, não há nenhum problema desde que não choquem com os direitos de outros. não me parece bem ter de "levar" com pais que acham que são donos dos filhos e que só os tiveram para que eles tomassem conta de si na velhice. Ninguém é propriedade de ninguém mas muitos pais (mesmo os mais jovens, cultos, etc) acham que sim. E, sim, isso é um problema com os direitos dos outros. Os filhos também têm direito a ter vida própria.