
Segundo o Washington Post, um laboratório usou crianças nigerianas para testar, ilegalmente, um medicamento contra a meningite. Muitas morreram. O laboratório diz que muitas mais se salvaram, logo o balanço é positivo. Impressionante.
blog onde mulheres da comunicação cosem outros retalhos das notícias, num tricô de peças avulsas ou bordando a polémica, do novelo até à manta
6 comentários:
Por que é que quando vi o filme achei que a história podia ser verídica ?
Eu já estava naquela fase em que que compro produtos da Body Shop não testados em animais. Afinal parece que estou a andar um bocado depressa demais.
Custa-me acreditar que já passámos há seis anos o mítico ano 2000 e que ainda estamos neste pé.
Quando vi o filme tive logo a certeza que isso acontecia nos dias de hoje, que tristeza...
Marisa, também sou adepta da Body Shop e Clinique e afinal... é isto que se vê.
E nãoé só em África. Também nos campesinos da América Latina.
De qualquer forma, não sejamos ingénuos. Os medicamentos, antes de serem lançados para o mercado, depois de estudos laboratoriais, são lançados para estudos clínicos. E por vezes só anos mais tarde se descobrem efeitos secundários antes desconhecidos.
Alguém os tem de tomar pela primeira vez. Ou não?
Alguns desses estudos são feitos em Portugal. E na Europa. E nos EUA.
Claro. Como a meningite é mortal e epidémica e como era na Nigéria, mais valia deixar que todas as crianças morressem. Ou então fazer como os líderes espirituais muçulmanos, também no norte da Nigéria, que proibiram a manutenção de uma campanha de vacinação contra a poliomielite porque correu o boato de que as vacinas tinham sido feitas nos EUA e tinham um produto para esterilizar as mulheres. Resultado? a poliomielite voltou à Nigéria. Bem. Parabéns.
Mais valia não usar as crianças como cobaias,ou não?
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