O menezista Luis Montenegro, novo vice-presidente da bancada do PSD, estreou-se ontem à frente dos seus deputados da comissão parlamentar de assuntos constitucionais (a primeira, a mais xpto da Assembleia) com reivindicações laborais. Quais escutas, qual pacote anti-corrupção, qual distribuição de diplomas pendentes...Montenegro mostrou-se acima de tudo preocupado com a situação dos deputados suplentes das comissões logo a abrir a reunião. Porquê ? Porque não têm direito a ajudas de custo pela sua presença nas reuniões. Está montada a algazarra, do género:"-Amanhã aparece lá tu; - Eu,, porquê, se não ganho nada com isso; - Epá, mas aparece; - Olha, pede ao efectivo que vá, ele sempre tem direito à ajuda de custo".
Durante meia hora, foi este o tema da reunião com deputados socialistas a mexerem-se na cadeira e até António Felipe, do PCP a dizer que o assunto não devia ser tratado ali. Soube-se que Jaime Gama estava a preparar um despacho sobre esta questão e o novo PSD a assumir-se como a vanguarda na defesa dos direitos dos trabalhadores eleitos pela nação.
quinta-feira
Ainda mexemos
quarta-feira
Menos inteligentes ou mais burros?
Sinceramente acho que somos todos (e cito toda a paleta de cores) mais a atirar para o burro do que para o inteligente.
Todos queremos ser felizes, todos (quase sempre) sabemos como poderiamos ser, mas (quase) todos preferimos andar para aí a "calimerar" do que nos fazermos à vida...
...nem que que seja, tentando compreender como ela é; como é, afinal, a nossa cabeça; o que, afinal, nos move; o que, afinal, nos frusta... e como, a maior parte dessas motivações (quase sempre) não são mais do meros cookies do passado mal apagados, mas suficientemente poderosos para retardarem este complexo disco rígido que é o nosso cérebro.
E, para uma certa classe que não é assim tão pequena quanto isso, bastava desembolsar uns trocos ao fim de um mês num divã de um psicólogo. Diz que, agora, finalmente, até já se pode deduzir a conta no IRS.
Parece que um Governo finalmente se fez esperto. Nada melhor para baixar o défice do que elevar a auto-estima.
Todos queremos ser felizes, todos (quase sempre) sabemos como poderiamos ser, mas (quase) todos preferimos andar para aí a "calimerar" do que nos fazermos à vida...
...nem que que seja, tentando compreender como ela é; como é, afinal, a nossa cabeça; o que, afinal, nos move; o que, afinal, nos frusta... e como, a maior parte dessas motivações (quase sempre) não são mais do meros cookies do passado mal apagados, mas suficientemente poderosos para retardarem este complexo disco rígido que é o nosso cérebro.
E, para uma certa classe que não é assim tão pequena quanto isso, bastava desembolsar uns trocos ao fim de um mês num divã de um psicólogo. Diz que, agora, finalmente, até já se pode deduzir a conta no IRS.
Parece que um Governo finalmente se fez esperto. Nada melhor para baixar o défice do que elevar a auto-estima.
E se os negros forem realmente menos inteligentes? What's the problem?
Ainda não percebi, afinal, em que contexto nem com que palavras o senhor Nobel ADN terá dito que os africanos são menos inteligentes do que os outros (asiáticos? europeus? americanos?). De qualquer forma, não percebo por que é que fica toda a gente tão irritada.
Por que carga de água não poderá, por ventura, um grupo de indivíduos, seja ele qual for, ter uns atributos acima da média e outros atributos abaixo?
Esta mania de que somos todos iguais é que me irrita.
Depois há quem venha com argumentos anti-racistas e anti-manipulações genéticas e anti busca da perfeição (refiro-me, por exemplo, à Helena Matos, no Público de hoje)...
Não defenderão os "anti-racistas radicais" eles próprios uma forma utópica de perfeição?
Amigos, capacitem-se de uma coisa: não somos todos iguais! Eu, por exemplo, não terei um QI tão elevado como biliões de outros humanos, mas terei certamente um QE e um QS superior. E mesmo assim hão-de ser inferiores aos de outros tantos. E depois?
Onde está escrito que tenho de ser perfeita?
Mais: Isto de rotular grupos pode ser útil para muita coisa, mas, at the end of the day, tudo é estatística, com todos os inconvenientes da matemática, nomeadamente quando o tema mete médias, esse grande esbatedor de realidade.
Se metade dos europeus fossem génios e outra metade burros, seríamos todos apenas uns reles mediocres aos olhos do resto do mundo. E depois?
Por que carga de água não poderá, por ventura, um grupo de indivíduos, seja ele qual for, ter uns atributos acima da média e outros atributos abaixo?
Esta mania de que somos todos iguais é que me irrita.
Depois há quem venha com argumentos anti-racistas e anti-manipulações genéticas e anti busca da perfeição (refiro-me, por exemplo, à Helena Matos, no Público de hoje)...
Não defenderão os "anti-racistas radicais" eles próprios uma forma utópica de perfeição?
Amigos, capacitem-se de uma coisa: não somos todos iguais! Eu, por exemplo, não terei um QI tão elevado como biliões de outros humanos, mas terei certamente um QE e um QS superior. E mesmo assim hão-de ser inferiores aos de outros tantos. E depois?
Onde está escrito que tenho de ser perfeita?
Mais: Isto de rotular grupos pode ser útil para muita coisa, mas, at the end of the day, tudo é estatística, com todos os inconvenientes da matemática, nomeadamente quando o tema mete médias, esse grande esbatedor de realidade.
Se metade dos europeus fossem génios e outra metade burros, seríamos todos apenas uns reles mediocres aos olhos do resto do mundo. E depois?
domingo
Mudança de estação
sábado
Viva a BD!

Já começou, na Amadora, mais um Festival de Banda Desenhada. É daqueles eventos onde adultos e graúdos se misturam muito bem. Não há igual em Portugal....
terça-feira
Para amanhã, 17 Outubro
"Se estás em Lisboa, participa no Requiem à Pobreza, dia 17 de Outubro, em frente à Assembleia da República, 17h00. O Requiem é uma iniciativa internacional a que Portugal aderiu sob a organização em parceira com a Pobreza Zero e o Coro Vox Laci. Dá ao maior número possível de pessoas a oportunidade de elevar as suas vozes para fazer tanto uma declaração artística como política e assim apoiar a luta contra a pobreza global. São já 200 os coralistas inscritos e tu podes juntar-te a cantar ou apoiar, assistindo. Mais em www.voxlaci.com"E já agora atentem aqui :
854 milhões de pessoas sofrem de fome crónica
domingo
sábado
“Lucky não”
Estar aqui, nesta casa sem ele, é como se fosse um desafio. É o princípio de uma vida nova. Uma vida um pouco mais vazia. E é por isso que a casa já não faz sentido. Abro a porta devagar para que ele não ladre e acorde a miúda. Olho para a taça com pouca água. Esqueci-me de a tirar… Uma sensação estranha e constante de que falta qualquer coisa. Não oiço os passos atrás de mim. Toda a gente diz que o tempo ajuda. Que nos adaptamos, talvez… mas fica tudo com menos graça. Esta é a pequena e inútil homenagem ao querido Lucky que nos deixou.
quarta-feira
Um congresso na era menezista
Os almoços com os jornalistas já não são com os dirigentes do partido mas com a agência de comunicação que continua a tratar da imagem do líder...
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