Depois do jornalismo sentado,do jornalismo sem perguntas, do jornalismo pé de microfone, João Pedro Henriques lembra-nos o jornalismo distraído /adormecido. Dá trabalho andar acordado. De olhos abertos. Tentemos, pois. Pode ser um mandamento para o novo ano lectivo.
Vem isto a propósito da proibição da publicação das escutas telefónicas sem consentimento dos visados. Só escrever isto, dá vontade de rir, "sem consentimento dos visados". Não se pense em vingança. Claro que não. Trata-se apenas de uma forma de manter os jornais livres de linguagem imprópria para o bom povo, garantindo a decência e a boa-educação: acabar, por exemplo, com a referência insistente a "filhos da puta" tantas vezes empregue em conversas privadas sobre assuntos de interesse público.
terça-feira
Não há nada melhor que olhar de fora e...
segunda-feira
Post completamente diferente do que era para ser
Pronto, acabou-se.
(Estou a tentar meter fotografias mas não consigo. E entrar aqui...já nem me lembrava do username nem do resto...
Insisto em carregar no "adicionar imagem" mas nada. Espero que a próxima tentativa corra melhor.)
Meninas, já cá estamos duas, não é ? Luisa, assinas pela Escola porque tambem deixaste ficar a tua password algures no mar ?
(continuo a carregar no "adicionar imagem" mas a máquina não responde)
Começa bem isto. Bolas !!!
(Estou a tentar meter fotografias mas não consigo. E entrar aqui...já nem me lembrava do username nem do resto...
Insisto em carregar no "adicionar imagem" mas nada. Espero que a próxima tentativa corra melhor.)
Meninas, já cá estamos duas, não é ? Luisa, assinas pela Escola porque tambem deixaste ficar a tua password algures no mar ?
(continuo a carregar no "adicionar imagem" mas a máquina não responde)
Começa bem isto. Bolas !!!
sábado
Happy birthday
sexta-feira
terça-feira
Posso propor? [3]
Com a saída de Paulo Macedo de D.G. de Impostos, por que não nomear o sr. André Gomes, comandante da Polícia Municipal de Lisboa, para "tratar" dos contribuintes do país todo?(obviamente não dos putativos contribuintes que, esses, como se sabe, continuam país afora, fora do sistema).
É que, só num mês, a caça à multa em algumas vias de Lisboa, já rendeu três milhões e oitocentos mil euros...
Há lá maior eficiência que esta?!
Já agora, estou 100% de acordo com o presidente da Câmara de Lisboa que defende, acima de tudo, a segurança embora se mostre disposto a avaliar a petição em marcha. É, aliás, disso - da segurança pública - que me lembro sempre que, como utente da Carris ou simples transeunte, vejo os carros de governantes, corpo diplomático, polícia e ilustres visitantes a atravessarem Lisboa em velocidade que nenhum 'utilitário' atinge...
É que, só num mês, a caça à multa em algumas vias de Lisboa, já rendeu três milhões e oitocentos mil euros...
Há lá maior eficiência que esta?!
Já agora, estou 100% de acordo com o presidente da Câmara de Lisboa que defende, acima de tudo, a segurança embora se mostre disposto a avaliar a petição em marcha. É, aliás, disso - da segurança pública - que me lembro sempre que, como utente da Carris ou simples transeunte, vejo os carros de governantes, corpo diplomático, polícia e ilustres visitantes a atravessarem Lisboa em velocidade que nenhum 'utilitário' atinge...
segunda-feira
Posso propor? [2]
Ao novo governo de Lisboa, à Câmara Municipal e ao novo presidente, uma auditoria ao funcionamento e processos da EMEL? Pelos bloqueios de carros mal estacionmados e pelas multas ultra-ridículas face a certos estacionamentos, mas sobretudo pelo excesso de zelo. Não bastaria ser justo e ter sentido prático?Como se explica que por um atraso de quatro minutos (10h04) para lá da hora estipulada para 'cargas e descargas' (07h-10h) um lisboeta não possa entrar no Bairro Alto apenas para entregar a um residente amigo, ambos perfeitamente identificados, um berço de bebé, isto numa calma e despovoada manhã de uma segunda-feira de Agosto?
Uma hora depois, um camião de cerveja, esse sim em função de cargas e descargas, pôde passear-se pelas ruas do Bairro sem-cerimônia e com toda a compreensão dos porteiros camuflados ao serviço da EMEL.
PS - Serão os administradores da EMEL tratados como qualquer cidadão? E os funcionários da EMEL não são, de todo, permeáveis a 'manteiga'? (Estas e outras dúvidas seguem também para o executivo camarário).
Posso propor? [1]
À Brisa e às outras concessionárias, como a Euroscut, Autoestradas do Atlântico etc, publico-ou-privadas, que exploram auto-estradas que os utilizadores pagam,... sugiro um pouco mais de decência!
Basta que 'ajustem' o preço das portagens aos cortes de qualidade e interrupções com que surpreendem regularmente os automobilistas, obrigados a pagar "portagem integral" mesmo quando ficam com boa parte do trajecto afectado.
Em alternativa, o próprio MOPTC não poderia 'sensibiliza-las' nessa regra de elementar bom-senso?
Basta que 'ajustem' o preço das portagens aos cortes de qualidade e interrupções com que surpreendem regularmente os automobilistas, obrigados a pagar "portagem integral" mesmo quando ficam com boa parte do trajecto afectado.
Em alternativa, o próprio MOPTC não poderia 'sensibiliza-las' nessa regra de elementar bom-senso?
domingo
A arte de fazer nascer bem em Portugal
Finalmente uma boa decisão do Governo: não encerrar a Maternidade Alfredo da Costa. Sempre acreditei no bom funcionamento do Serviço Nacional de Saúde, a experiência de dar à luz na Mac foi apenas mais uma prova de que o serviço público funciona bem em Portugal. Que a minha experiência sirva para acabar com as histórias de terror que se contam. Preconceito número um: os médicos e as enfermeiras da Alfredo da Costa são brutos. No meu caso não podiam ter sido mais cuidadosos competentes e carinhosos no momento mais importante da minha vida. Preconceito número dois: para ter um filho é preciso sofrer. A epidural faz milagres quando dada no momento certo e dar à luz pode não doer como foi o meu caso. Preconceito número três: depois de ter a bebé ficamos entregamos a nós próprias. Na enfermaria em que fiquei tive sempre a atenção das enfermeiras 24 horas por dia.
Como diz António Arnaut, fundador do Serviço Nacional de Saúde,"o SNS é património insubstituível do povo e é dos melhores do mundo.
Como diz António Arnaut, fundador do Serviço Nacional de Saúde,"o SNS é património insubstituível do povo e é dos melhores do mundo.
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