quanto mais velho... melhor!
Depois de O Aviador,
em Diamante de Sangue
é impossível ficar-lhe indiferente...


blog onde mulheres da comunicação cosem outros retalhos das notícias, num tricô de peças avulsas ou bordando a polémica, do novelo até à manta
Em nome da beleza (??) e do erotismo, ainda há cem anos na China, se enfaixavam os pés das mulheres que viviam toda uma vida com dores permanentes e cheiros fétidos de carnes mortas! Na mesma China que há 4000 mil anos já conhecia os segredos do bem-estar e das terapias "alternativas" que só hoje começam a ser vista no Ocidente como "o futuro".


A propósito de mais uma investida do mar, hoje, sobre as costas da Caparica e de Esmoriz e do filme que acabo de ver - An Inconvenient Truth, do Al Gore -, ocorreu-me isto:
Não é apenas parindo filhos que perpetuamos a Humanidade. É agindo com noção histórica; gerindo os milhares de anos que já passaram e os que hão-de vir. E isso faz-se a cada dia, gerindo as 24 horas que temos nas mãos. Nesses minutos podemos dar mais atenção (da verdadeira) aos nossos filhos; podemos trocar o nosso carro por um híbrido e usarmos mais vezes os transportes; podemos plantar uma árvore (ou pelo menos, não cortar as que já existem); podemos fazer menos lixo e reciclar o que produzimos; podemos respirar fundo em vez de ofendermos; podemos tentar pôr-nos no lugar do outro em vez de o julgar (até porque raramente temos dados suficientes para o fazer); podemos desligar o ar condicionado se a temperatura natural for aceitável; podemos-
nos esforçar por ser melhores profissionais e contribuir para um país mais competitivo, em vez de enveredarmos pela preguiçosa vitimização de acharmos que trabalhamos para um patrão que nos escraviza em prol do seu conforto financeiro. Podemos mudar o mundo. Pô-lo do jeitinho que gostávamos de viver nele.