Dei por mim a pensar em todas as casas em que já passei o Natal. Foram 5... e à medida que os anos passam parece que a memória visual desses anos se tornam mais claras. Ontem alguém me perguntava como é que conseguia lembrar-me de tanta coisa, de tantos pormenores. Nem eu própria sei, mas lembro-me... sobretudo dos detalhes. E por mais diferente que tenha sido cada natal em cada uma daquelas 5 casas, o espírito foi sempre o mesmo. Houve apenas um ano que foi realmente muito mais triste, tal como este ano será realmente muito mais feliz. De resto, o Natal para mim são as caras e os sorrisos daqueles que gosto, são as gargalhadas disparatadas, são as coisas boas que podemos comer com a desculpa que é Natal, são as grandes surpresas que fazemos à volta dos presentes. É quase como um jogo... surpreender o outro com alguma coisa que ele vai gostar, mesmo que isso custe, em alguns casos, muito pouco. Portanto, gastar dinheiro nesta altura faz parte do jogo e não de um acto de puro consumo. Não o entendo assim porque não o sinto dessa forma. O Natal tem também coisas chatas como as conversas do desgraçadinho - que contorno com mais gargalhadas - as programações tristes e repetitivas das televisões, a publicidade a apelar aos meninos pobres e aos que dormem nas ruas... tirando isso é perfeito! O Natal deixa saudades e se deixa saudades só pode ser bom. Boas festas!
sábado
Boas Festas
Dei por mim a pensar em todas as casas em que já passei o Natal. Foram 5... e à medida que os anos passam parece que a memória visual desses anos se tornam mais claras. Ontem alguém me perguntava como é que conseguia lembrar-me de tanta coisa, de tantos pormenores. Nem eu própria sei, mas lembro-me... sobretudo dos detalhes. E por mais diferente que tenha sido cada natal em cada uma daquelas 5 casas, o espírito foi sempre o mesmo. Houve apenas um ano que foi realmente muito mais triste, tal como este ano será realmente muito mais feliz. De resto, o Natal para mim são as caras e os sorrisos daqueles que gosto, são as gargalhadas disparatadas, são as coisas boas que podemos comer com a desculpa que é Natal, são as grandes surpresas que fazemos à volta dos presentes. É quase como um jogo... surpreender o outro com alguma coisa que ele vai gostar, mesmo que isso custe, em alguns casos, muito pouco. Portanto, gastar dinheiro nesta altura faz parte do jogo e não de um acto de puro consumo. Não o entendo assim porque não o sinto dessa forma. O Natal tem também coisas chatas como as conversas do desgraçadinho - que contorno com mais gargalhadas - as programações tristes e repetitivas das televisões, a publicidade a apelar aos meninos pobres e aos que dormem nas ruas... tirando isso é perfeito! O Natal deixa saudades e se deixa saudades só pode ser bom. Boas festas!
sexta-feira
Festa de Natal
Ao contrário da Dina, eu gosto do Natal. Não pelo que representa para os cristãos, mas pelo seu sentido cá em casa: família reunida, mesa farta de doces, perú e companhia, presentes escondidos até à última, cartas ao pai natal mesmo sabendo que não existe, idas ao circo, sala a piscar com as luzes da árvore.
Chegadas a este tema e aproveitando a e-moda do momento decidi não esperar por domingo e distribuir-vos já as prendas (até porque as escolas fecham nesta altura para férias).
Esta é para a Dina

Esta, para a Luisa

Esta, para a Madalena

Esta, para a Marisa (é um vale de viagem)

Esta máquina de fazer pão é para a Ana.
Espero que gostem. Feliz Natal !
Chegadas a este tema e aproveitando a e-moda do momento decidi não esperar por domingo e distribuir-vos já as prendas (até porque as escolas fecham nesta altura para férias).
Esta é para a Dina

Esta, para a Luisa

Esta, para a Madalena

Esta, para a Marisa (é um vale de viagem)

Esta máquina de fazer pão é para a Ana.
Espero que gostem. Feliz Natal !
Hipocrisias felizes!
O meu sonho de Natal é apanhar o avião lá para16 ou 17 de Dezembro. Aterrar num país tropical e muçulmano, judeu, hindu ou outra coisa qualquer onde não se celebre o natal e passar os dias 24 e 25 na praia, estendida ao sol, sem árvore de bolas, nem prendas, nem desejos de boas festas. Não gosto do natal. Cada ano que passa gosto menos. Cada ano soa mais a falso. E como se não bastasse esta minha má vontade natural contra o natal, ainda aparece gente como o líder parlamentar do CDS a invocar o espírito natalício para explicar que perdoa não sei o quê que, ao que me parece, devia ser mais ao contrário. E depois aparece o primeiro-ministro a jantar de braço dado com o Manuel Alegre. Tudo em nome do Natal. Se não houvesse Natal, já viram a quantidade de hipocrisias que se poupavam?
Cooperação estratégica até no Natal
José Sócrates jantou ontem com o grupo parlamentar do PS. Manuel Alegre não faltou ,e sentado na mesa do secretário-geral, ouviu-o destacar a "coesão e unidade" em 2006 entre bancada-partido e governo. O bacalhau com broa foi servido na mesma sala do CCB onde, há quase um ano, os convidados de Cavaco Silva festejaram a sua vitória presidencial...
P.S. Uma televisão fez directos desse grandioso e pertinente momento informativo. Não se chamava RTP nem TVI.
P.S. Uma televisão fez directos desse grandioso e pertinente momento informativo. Não se chamava RTP nem TVI.
Mais cartões
O gabinete do primeiro-ministro também aplicou o choque tecnológico. O postal de Boas-Festas é scannado mas chega por mail. Menos uns trocos para os CTT.
quinta-feira
E-cards natalícios





A ideia não deverá agradar ao presidente dos CTT mas o contribuinte agradece. Com o choque tecnológico, a Assembleia da República decidiu disponibilizar aos grupos parlamentares menos cartões de boas-festas em papel, substituindo-os por postais electrónicos. Eu já comecei a receber. Há em português, inglês e francês.
quarta-feira
Vidas
Irónica a vida que os dois posts anteriores espelham na perfeição. A trágica e inesperada notícia da Leonor foi brutal para todos aqueles que a conheciam. Cruzámo-nos na rádio, mudámos de ondas mas a sua imagem serena e doce manteve-se.
Quase no Natal, fazemos contas à dor com o desejo de que o próximo ano seja mais tranquilo. As novas vidas que também por aqui se anunciam vão confirmando o mistério do dia-a-dia. Convenço-me cada vez mais que acreditar em alguma coisa facilita muito. Evita o arrastar das interrogações e o desconforto do vazio perante as dúvidas.
Uma vida dentro de ti...
Está quase a fazer dois anos que soube que estava num "estado de graça". Hoje, foi o teu dia... precisamente na mesma altura. Não foi combinado, mas é engraçado... só mesmo uma nova vida para me alegrar os pensamentos! Parabéns titi! É o melhor presente de Natal que recebo este ano!
L.
Basta estar vivo, para deixar de estar.
Quando nada o faz prever.
Poucas coisas valem as preocupações diárias.
Pequenas, tontas, dispensáveis.
É só incredulidade, antes de chegar a saudade.
E uma dor imensa.
Quando nada o faz prever.
Poucas coisas valem as preocupações diárias.
Pequenas, tontas, dispensáveis.
É só incredulidade, antes de chegar a saudade.
E uma dor imensa.
Nunca, jamais, em tempo algum
...Desenganem-se. Não é o refrão de um novo hit da música pimba nacional, mas a voz de comando do ministro António Costa.
Eu só tenho pena que o MAI tenha caído no lugar comum dos políticos - que devem à inteligência o discernimento de nunca dizerem :"nunca jamais em tempo algum"... [o assunto em causa é o direito de greve para os polícias; suponho que seja uma nova fórmula de 'discriminação positiva' - todos podem fazer greve, direito universal,... mas a PSP não!]
Eu só tenho pena que o MAI tenha caído no lugar comum dos políticos - que devem à inteligência o discernimento de nunca dizerem :"nunca jamais em tempo algum"... [o assunto em causa é o direito de greve para os polícias; suponho que seja uma nova fórmula de 'discriminação positiva' - todos podem fazer greve, direito universal,... mas a PSP não!]
Subscrever:
Mensagens (Atom)