sexta-feira

Novas regras



Quando há (grandes) manifestações em frente à Assembleia da República esta varanda é muito concorrida. Curiosos, deputados, funcionários e jornalistas vão até lá espreitar a dimensão do protesto. É assim há anos sem problemas.

Ontem, foi diferente. A segurança do Parlamento vigiava o acesso à varanda e só abria as portas aos deputados e aos funcionários da AR. E foram muitos os que quiseram ver ! Um jornalista, sózinho, mesmo sem nada que o identificasse como tal lá de cima perante a multidão, não podia alcançar a varanda "para não instigar a confusão".

quinta-feira

Em cima do acontecimento

No dia do anúncio do Prémio Nobel da Literatura, o grupo parlamentar do PS, com José Sócrates, lançou um livro: as Leis da República, uma compilação de toda a produção legislativa do último ano e meio. Um best-seller, seguramente.

quarta-feira

Não sei se a culpa foi do futebol

O debate parlamentar sobre a nova lei das finanças locais foi longo mas a maioria aguentou até ao fim. A bancada do PS tinha algumas clareiras mas a do PSD era um deserto autêntico: apenas 6 deputados do partido do senhor Fernando Ruas (que, por acaso, tem liderado a guerra ao governo nesta matéria) continuavam nos seus lugares.

Quando um discurso marcado parece inesperado

Acontece muita coisa no plenário da Assembleia da República mas o episódio desta tarde, durante o debate das finanças locais, é único: o Presidente da AR chama António Carlos Monteiro do CDS para fazer a sua intervenção. O deputado levanta-se e nada. Nem avança para o púlpito nem se arranja para falar da sua bancada. Percebe-se pela agitação que algo se passa entre o grupo: ninguém parece ter o discurso. A câmara espera. De repente o deputado encaminha-se para a saída e Jaime Gama manda avançar o orador seguinte. Minutos depois, António Carlos Monteiro regressa ao hemiciclo com os papéis na mão...

Atenção!

Tem graça

terça-feira

Não ao desodorizante!


Ok, este é um post um pouco disparatado. Num destes dias apanhei, já a meio, um dos programas da Ophra... estava a entrevistar o actor Matthew McConaughey. Dei por mim a rir que nem uma perdida com as respostas deste senhor que me pareceu francamente bronco. Diz que não usa desodorizante porque a mãe sempre lhe disse que tinha um cheiro próprio, agradável. Portanto, quem não gostar que se afaste (?). "Também com um corpinho desses quem é que repara no cheiro!" - eu a fazer um comentário à gajo!
Ah... não usa desodorizante, mas põe um creme no corpo à base de menta e feito por ele próprio.
A Ophra perguntou-lhe também o que fazia para ter um dentes tão brancos e ele ri-se com o sorriso Pepsodent e diz que está sempre a escovar os dentes. Por isso, já sabem... todos a praticar!
Questionado sobre o facto de querer ou não ter filhos, responde que adora crianças e que, sim, que quer ter para aí uns 13 filhos para os pôr todos num mega rancho ou coisa que o valha... mas depois pensou um bocadinho melhor e lá achou à conclusão que era capaz de ser demais. Até porque não quer que sejam as empregadas a tomar conta deles (vá lá!).

segunda-feira

Isto continua perigoso

Faltas (in)justificadas

Uma está em viagem, outra está a prepará-la, outra foi passar o fim-de-semana fora...é o que dá fazer um blog de jornalistas, só mulheres, ainda por cima...nunca se sabe quando é que podem postar.

A (des)culpa de Sena

E assim, de repente, Eduardo Prado Coelho fala no Sena Santos na sua crónica no Público...
(Não li no papel, tentei a versão online mas não consegui, soube pelo Jornalismo e Comunicação) Acho que há coisas que não aparecem do nada.