segunda-feira

Daily Show

Jon Stewart ganhou esta madrugada o Emmy para o melhor programa televisivo de humor. Discordo. O Daily Show não merece ser classificado como um programa de humor. Aliás, o Daily Show não cabe nas margens de uma qualquer classificação. Faz rir, é verdade. Mas sobretudo faz pensar. Ajuda (e muito) a perceber o mundo. Informa. Questiona. Vendo melhor, faz exctamente aquilo que o bom humor deve fazer. Parabéns ao JS e à minha amiga J. que quando perde o Daily Show sofre sintomas de abstinência.

PS: Jon Stewart tem traduzido um livro genial "Nus de pessoas famosas", editado pela Gradiva.

Posso votar nela?

Se os EUA são a maior (a única?) potência e têm "uma palavra (!) a dizer" em quase tudo, em todo o lado, porque não votamos nós para a Presidência dos EUA?
A pergunta não é original e provavelmente nem é para ser levada a sério...
Se Hillary Clinton é, como dizem - e com a excepção do quase unânime reconhecimento da sua inteligência - factor de tanta clivagem no eleitorado ("Republicans also think she's a "divider and not a uniter" (52%)"), quero votar nela.
Ela faz saber que não está a pensar nas eleições presidenciais de 2008 mas apenas concentrada em fazer-se reeleger, em Novembro, como senadora por Nova Iorque...
A revista Time convida os leitores a pronunciarem-se: ama-a ou odeia-a? Vote você também.

Festa? Agora só para o ano…

Só ontem percebi porque razão tantos pais e demais educadores andam loucos à procura de sítios onde possam fazer a festa de aniversário dos filhos… Qualquer sítio com espaço e onde não seja preciso fazer quase nada. Apenas escolher e pagar. Na verdade, não me parece haver muitas soluções para quem quer ter o mínimo de trabalho possível…
Por outro lado, porque razão nos sentimos mal por pensar na simples ideia de não ter trabalho? Como se estivéssemos a ser negligentes??? Como se não estivéssemos a dar o nosso melhor? Tenho esperança que, com os anos, tudo se torne mais claro para mim…

"Ó amigo, aguente-se aí que eu vou ver se multo a bebedeira, ou não..."

Como o balão não funciona, altera-se a tabela.
A notícia é do JN.
Os aparelhos funcionam mal e a polícia, tal como os taxistas em período de aumento de bandeirada, anda com uma folha de valores de conversão para saber se multa os condutores por excesso de álcool.
Mesmo em tempo de contenção, não se podia arranjar novos aparelhos ? Este pragmatismo-sem-mexer-no-problema é ridículo. Um verdadeiro exemplo de como se resolvem as coisas em Portugal...

Na preparação do novo ano

Isto interessa-nos

domingo

O saboroso marketing das cervejas

Comi uma fantástica mouse de bohemia na cervejaria Trindade, propriedade da Central de Cervejas. É assim, pormenor aqui, pormenor acolá que se criam marcas para a vida. Um brinde à cerveja Bohemia (que só peca por ter o mesmo nome de uma marca que já existia no mundo)!

Cromos da bola



Este senhor chama-se António Fiúza e tornou-se a estrela lá da terra.

Esta tarde promete visitar o Jardim Zoológico.

Proteger o negócio

A notícia foi conhecida esta semana: cientistas americanos descobriram uma forma de recolher células estaminais que não implica a destruição de embriões. Aparentemente, a descoberta iria ao encontro das críticas da igreja católica, o que é sempre bom dado o poder que ainda mantém de bloquear, dificultar, criar obstáculos à investigação científica. Eu, céptica, estranhei o silêncio. Mas não foi preciso esperar muito. Esta manhã, a TSF dava conta de declarações de um porta-voz do Vaticano condenando a recolha de células estaminais seja de que forma for. Afinal, se os homens começam a fazer milagres, lá se vai o negócio da igreja.

Novas do Reino

Sua Alteza Real Dom Duarte Pio de Bragança vai condecorar os cavaleiros da selecção nacional de futebol com a Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa por feitos notáveis prestados à Pátria.

Por educação (?) , o mundo da bola não questionou. Na República das bananas, venha a medalha.

Terrorismo doméstico

O que se passa na cabeça destes homens ?
Em Espanha aumentou para 49 o numero de mulheres mortas este ano por maridos ou ex.