"Quase metade dos jovens portugueses não conclui o ensino secundário. "
Só em Malta a percentagem é maior...
[Isto, sim, parece-me grave. A precisar de uma solução urgente e eficaz.]
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"A solidão é um desencontro" diz o sociólogo José Machado Pais, em entrevista à Visão (sem link). "Mesmo quando se está numa situação debilitante, o sentimento de inutilidade suporta-se melhor com afectos".
[E, às vezes, esquecemo-nos disso...]
quinta-feira
Impressões Portugal vs França
Toda a gente sabe que o branco torna as coisas mais amplas. E, ontem, os franceses pareciam enormes no campo. Não sei se era dos uniformes ou se eles são realmente grandes. Eu, que não percebo nada de bola, vi o jogo. E pareceu-me que Portugal teve imensas oportunidades para fazer golos, mas nenhuma bolita entrou na baliza. Ouvi comentários como: “o jogo não foi bonito”, “o árbitro foi parcial”, “os franceses não jogaram nada, tiveram foi sorte”. Bem, sorte ou não, insisto na minha ideia: os franceses pareciam bem maiores que os portugueses e pareceu-me que essa mesma ‘grandiosidade’ atrapalhou os nossos jogadores.
Também quero
[É muito bem feita, tem capas como esta que fala do Verão e é uma revista francesa mensal ...de economia! O director escreve um editorial sobre "L'été, tout est permis"; o índice apetece ]
Diz-me, espelho meu, vês aqui em Portugal jornalismo económico como este?
... e porque não?
quarta-feira
“O Meu Verdadeiro Eu”
Desta vez não vou falar de comida… ou melhor não quero com este post fazer nenhuma sugestão de sobremesa, embora vá falar de gelados. A campanha da Magnum sob o slogan “O meu verdadeiro Eu” – completamente dirigida a mulheres – surge agora com mais um trunfo: um kit de cosméticos da M.A.C. Parece que a estratégia no ponto de venda (entenda-se qualquer super e hipermercado) passa por receber um eye shadow e um lipstick (equivalente a 20 euros) na compra de um dois multipacks Magnum… se calhar escrevo este post demasiado tarde. Se calhar, as mulheres que adoram este tipo de promoções já esgotaram os stocks… mas a publicidade continua aí.
Sono patriótico
Amanhã o Conselho de Ministros começa mais tarde. Em vez do habitual horário das 9h30 da manhã, a reunião foi marcada para as 11h30. Mais duas horas de sono para José Sócrates e Manuel Pinho, que esta noite vão estar na Alemanha a ver o futebol.
Quando o futebol subjuga tudo
Porque é que o futebol subjuga tudo à volta. Ontem à noite preparava-me para entrar no D. Maria II para ver a peça Electra pela Companhia Nacional da Roménia. O início estava marcada para as 21h30. Mal entrei deparei-me na entrada do Teatro Nacional com um ecrâ gigante onde estava a dar o Itália/Alemanha. E recebi logo o seguinte aviso: o espectáculo só vai começar mais tarde, por causa do jogo.
E assim foi. Tivemos que esperar pelo fim dos 90 minutos. Vá lá que não nos obrigaram a esperar pelo fim do prolongamento.
Mas a peça vale mesmo a pena. Recomendo. Hoje é o último dia. Mas já sabem que a peça só começa quando acabar Portugal/França.
E assim foi. Tivemos que esperar pelo fim dos 90 minutos. Vá lá que não nos obrigaram a esperar pelo fim do prolongamento.
Mas a peça vale mesmo a pena. Recomendo. Hoje é o último dia. Mas já sabem que a peça só começa quando acabar Portugal/França.
Afinal, é crime!
A IVG dá mesmo direito a condenações, como se explica no DN. A ler. Para que conste:
"O médico foi condenado a quatro anos e oito meses de prisão, com perdão de um ano. A colaboradora do clínico foi condenada a um ano e quatro meses de prisão, com pena suspensa por três. As três clientes foram condenadas a seis meses de prisão, com pena suspensa por dois anos.
Punição 'não resolve'
As vias da punição e da legislação não resolvem a questão do aborto. Esta é, pelo menos, a convicção do bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes. "
"O médico foi condenado a quatro anos e oito meses de prisão, com perdão de um ano. A colaboradora do clínico foi condenada a um ano e quatro meses de prisão, com pena suspensa por três. As três clientes foram condenadas a seis meses de prisão, com pena suspensa por dois anos.
Punição 'não resolve'
As vias da punição e da legislação não resolvem a questão do aborto. Esta é, pelo menos, a convicção do bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes. "
Um pouco de política para desanuviar
O barómetro DN/TSF/Marktest diz que há uma maioria de portugueses a apoiar o sistema de quotas para mulheres na política... E uma maioria ainda mais confortável convencida de que deveria haver mais mulheres na política e que, se as houvesse, as coisas seriam melhores.
[respiro fundo: é que tão raro alinhar com as maiorias...]
[respiro fundo: é que tão raro alinhar com as maiorias...]
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