Eu vou até aos Restauradores dar as mãos por um ambiente melhor, num "gigantesco cordão humano", como diz o press. É às 11:30h. Bora!
"Reduza. Desligue. Recicle. Ande a pé. Mude"
sexta-feira
Ménage à trois

Louras, morenas e ruivas vão entrar ao rubro. A guerra das cervejas – até agora protagonizada pela Super Bock e a Sagres - tem partir de hoje um novo protagonista de peso. Jorge Armindo vai injectar o investimento que falta a Sousa Cintra para pôr a sua marca a bombar por aí.
A Unicer precisava ter um presidente a tempo inteiro para mais esta batalha. Será que não existe ninguém neste país capaz de substituir o Sr. Petróleo, Ferreira de Oliveira? Pires de Lima, vai uma cervejinha??
quinta-feira
Afinal qual é o problema dos professores?
Não que eu adore a ministra da Educação porque não adoro, mas a propósito desta revolta generalizada dos professores só queria dizer o seguinte:
Irrita-me que os professores não gostem de mudanças, de nenhum estilo. Estão-se sempre a queixar e por este andar ainda batem as manifestações dos estudantes. Enquanto ouvia a ministra a falar na televisão veio-me à cabeça os meus tempos de estudante, antes de entrar na Universidade. Estudei em escolas públicas, em várias, por isso sei do que estou falar. O problema começa logo pelo facto de a maioria deles não gostar de leccionar. Podem estar naquela escola há dez anos, conhecer toda a gente, mas não prestam, não têm vocação para ensinar, para cativar os alunos para as disciplinas que leccionam ou tão simplesmente para conquistar a atenção deles para o que quer que seja. Lembro-me de alguns professores que tive. Aqueles que guardei na memória foram precisamente os que se preocupoaram comigo, aqueles que eu sentia que se interessavam pelos meus resultados e que acreditavam que era capaz de fazer melhor. Mas docentes destes há poucos. E é por isso que é preciso melhorar as escolas públicas. Naquelas onde já existem todas as condições e infra-estruturas elementares ao seu bom funcionamento é preciso identificar o que está a correr mal. O sistema de avaliação de professores é uma fantachoda, tal como existe. É a mesma coisa que não haver nada. Todos os anos os professores são classificados com uma nota simpática porque são amigos, porque sempre foi assim. Não há distinção entre bons e maus professores… são todos iguais. Olhem, se eles começam a fazer o mesmo com os alunos… Lembro-me tão bem de professores que faltavam todas as semanas, dos que estavam de baixa meses seguintes, enfim… que me perdoem os professores com P grande, porque também os há. E a esses o meu elogio: por não desistirem de lutar numa sociedade tão hipócrita. Se fosse professora defendia um sistema de avaliação rigoroso. Podem ter a certeza que faria questão de me submeter à prova.
Irrita-me que os professores não gostem de mudanças, de nenhum estilo. Estão-se sempre a queixar e por este andar ainda batem as manifestações dos estudantes. Enquanto ouvia a ministra a falar na televisão veio-me à cabeça os meus tempos de estudante, antes de entrar na Universidade. Estudei em escolas públicas, em várias, por isso sei do que estou falar. O problema começa logo pelo facto de a maioria deles não gostar de leccionar. Podem estar naquela escola há dez anos, conhecer toda a gente, mas não prestam, não têm vocação para ensinar, para cativar os alunos para as disciplinas que leccionam ou tão simplesmente para conquistar a atenção deles para o que quer que seja. Lembro-me de alguns professores que tive. Aqueles que guardei na memória foram precisamente os que se preocupoaram comigo, aqueles que eu sentia que se interessavam pelos meus resultados e que acreditavam que era capaz de fazer melhor. Mas docentes destes há poucos. E é por isso que é preciso melhorar as escolas públicas. Naquelas onde já existem todas as condições e infra-estruturas elementares ao seu bom funcionamento é preciso identificar o que está a correr mal. O sistema de avaliação de professores é uma fantachoda, tal como existe. É a mesma coisa que não haver nada. Todos os anos os professores são classificados com uma nota simpática porque são amigos, porque sempre foi assim. Não há distinção entre bons e maus professores… são todos iguais. Olhem, se eles começam a fazer o mesmo com os alunos… Lembro-me tão bem de professores que faltavam todas as semanas, dos que estavam de baixa meses seguintes, enfim… que me perdoem os professores com P grande, porque também os há. E a esses o meu elogio: por não desistirem de lutar numa sociedade tão hipócrita. Se fosse professora defendia um sistema de avaliação rigoroso. Podem ter a certeza que faria questão de me submeter à prova.
Turismo: Falta formação (a começar pela assessoria de imprensa da APAVT)
Hoje na rádio alguém falava sobre a importância de formar os trabalhadores da área do turismo. Sugiro que comecem pelo assessor de imprensa da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT). Num sector tão importante para o país como é este do turismo, o assessor da APVT simplesmente ignora as solicitações dos jornalistas. Já para não falar da falta de simpatia, mas isso... O que é interessava era que houvesse eficiência.
Já agora o do gato, do peixe, do periquito...

Não estou a brincar. É verdade (Começo assim porque já houve quem não acreditasse que, duas semanas depois do congresso do PSD, a nova etapa social-democrata passasse por iniciativas como esta).
O PSD apresentou um projecto de resolução para instituir o Dia Nacional do Cão. Na sequência de uma petição com sete mil assinaturas, entregue na Assembleia da República, que defendia isso mesmo, os sociais-democratas aderiram à causa. E escolheram o 6 de Junho, por estar próximo do Dia da Criança.
E pergunto eu que raio têm contra os gatos ? E contra os periquitos que também com o seu chilrear fazem tanta companhia ? E contra os hamsters que as crianças gostam tanto ? E os peixes, a alternativa de estimação para os miúdos alérgicos que não podem ter pêlos em casa ? Só espero que os defensores deste dia, com tanta cidadania, sejam daqueles que apanhem os cócós nos jardins e nos passeios.
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