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quarta-feira

Eu, piegas, por Lisboa me confesso...

o que se passa com a minha cidade?
porque é que não há eleições para a Câmara e para a A.M.?
porque é que quase ninguém que lá está exige o que se impõe?
porque é que não há pré-candidatos de jeito?

e, já agora, porque é que os ministérios não sairam ainda do Terreiro do Paço?
porque é que as obras do Metro nunca mais acabam, nem junto ao rio nem na Av. da República?
porque é que o cais das colunas continua desaparecido no meio do lamaçal?
porque é que se perpetuam barracas junto ao Colégio Militar, num estilo provisório-definitivo, e se arrasou a Feira Popular?
porque é que o Parque da Bela Vista é um descampado pouco apetecível - a não ser para o senhor Medina?
porque não há um parque de diversões - não precisa de ser uma réplica da Feira Popular - em Lisboa?
porque é que o parque Mayer parece um cemitério abandonado?
porque é que o túnel do Santana não se despacha?
porque é que não há autocarros da Carris a ligar trajectos quando outros transportes ainda desaguam em Lisboa?
porque é que desapareceu a bandeira do cimo do Parque Eduardo VII?
porque é que não há mais jardins, mesmo pequeninos (desta sei a resposta: porque não se pode construir lá um centro comercial!)
porque é que não se fazem manifs na praça do município para dizer que chega de 'paz podre'?

[devido ao adiantado da hora, regressei à idade dos porquês... A sério: ando triste com o que se passa nesta cidade.(As meninas da política podiam explicar estas coisas?)]